segunda-feira, 12 de abril de 2010

Períodos da Filosofia.


Filosofia Antiga :

Em 479 a.C. com a vitória dos gregos sobre os persas, consolida-se a democracia em Atenas. As preocupações e especulações filosóficas concentram-se, a partir deste momento, não mais na relação do homem com a natureza, como ocorria nos pré-socráticos. O que importa agora é a relação entre seres humanos: a vida social.



Filosofia Medieval:

A Idade Média inicia-se com a desorganização da vida política, econômica e social do Ocidente, agora transformado em um Mosaico dos reinos Barbaros. Depois vieram as guerras, as fomes e as grandes epidemias. O cristianismo propaga-se por diversos povos. A diminuição da atividade cultural transforma o homem comum num ser dominado por crenças e supertições.



Filosofia Moderna:

Pode a razão conhecer Deus? Atravessando tortuosos caminhos, o pensamento medieval não foi conclusivo. A escolástica chegou ao seu limite. A desegregação da cristandade com a reforma protestante e o renascimento cultural trouxe novas questões. A burguesia entra em cena e caracteriza a mentalidade moderna. De modo geral, associam-se ao renascimento mudança de ênfase nos seguintes valores: antropocentrismo, racionalismo e individualismo.



Filosofia Conteporânea:

O conhecimento amplia-se e faz surgir um novo objeto de estudo, o próprio homem. Cada época abrange uma corrente de pensamento, juntamente com seus respectivos conseitos e pensadores. Entre os filósofos idealistas estão: Descartes, Kant e Hegel. Já na tradição racionalista pós cartesiana temos Pascal, Spinoza, Guilherme de Occam e Leibniz. Fora esses, existiram muitos outros pensadores nessa época.









Thaline

sábado, 3 de abril de 2010

Sócrates.



Boa Tarde a todos. Hoje vim falar de outro filosofo, socrates.





Sócrates foi um filósofo ateniense, um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental, e um dos fundadores da atual Filosofia Ocidental. As fontes mais importantes de informações sobre Sócrates são Platão, Xenofonte e Aristóteles (Alguns historiadores afirmam só se poder falar de Sócrates como um personagem de Platão, por ele nunca ter deixado nada escrito de sua própria autoria.). Os diálogos de Platão retratam Sócrates como mestre que se recusa a ter discípulos, e um homem piedoso que foi executado por impiedade. Sócrates não valorizava os prazeres dos sentidos, todavia se escalava o belo entre as maiores virtudes, junto ao bom e ao justo. Dedicava-se ao parto das idéias (Maiêutica) dos cidadãos de Atenas, mas era indiferente em relação a seus próprios filhos.
O julgamento e a execução de Sócrates são eventos centrais da obra de Platão (Apologia e Críton). Sócrates admitiu que poderia ter evitado sua condenação (beber o veneno chamado cicuta) se tivesse desistido da vida justa. Mesmo depois de sua condenação, ele poderia ter evitado sua morte se tivesse escapado com a ajuda de amigos. A razão para sua cooperação com a justiça da pólis com seus próprios valores mostra uma valiosa faceta de sua filosofia, em especial aquela que é descrita nos diálogos com Críton.

Espero q tenham uma ótima Pascoa! beeijos .

- Thaline



sábado, 27 de março de 2010

Livro: O Mundo de Sofia


Hoje vamos falar de um livro muito interessante, que nos leva à uma incrível viagem ao mundo da filosofia. É lido por todos os tipos de leitores do mundo todo, até os dias de hoje, não importando a sua "idade".

Abaixo, postarei uma pequena explicação/resumo sobre o livro!

O Mundo de Sofia, editado pela primeira vez em 1991, é um dos livros que continua a encantar todo o tipo de leitores. Mesmo depois de todo o êxito inicial e de se ter tornado quase de imediato um best-seller, continua a ser lido, hoje em dia, por milhares de pessoas, em particular por jovens. O autor, Jostein Gaarder, professor de filosofia do secundário, conseguiu de uma forma original desenvolver uma aventura cheia de reflexões e perguntas através da história da filosofia desde o princípio dos tempos.
O objetivo principal deste livro não é, segundo o nosso ponto de vista, relatar ao leitor a evolução da filosofia ao longo do tempo, mas sim fazer com que este não seja tão indiferente àquilo que o rodeia. Isto é conseguido através das respostas dos grandes filósofos às questões que sempre afligiram o mundo.
A capacidade de nos surpreendermos é a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos. "E agora tens que te decidir, Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá?... Não quero que tu pertenças à categoria dos apáticos e dos indiferentes. Quero que vivas a tua vida de forma consciente."
Quem és tu?, De onde vem o mundo?, Haverá uma vontade e um sentido por detrás daquilo que acontece?, estas são algumas das perguntas colocadas a Sofia durante aquilo que irá ser um verdadeiro curso de filosofia. Este curso foi oferecido a Sofia por uma pessoa que ela não conhecia mas que acabou por se tornar rapidamente num grande amigo. Através dele, Sofia viaja até 600 a.C., onde encontra os primeiros filósofos, e a partir daí segue o rumo da história dos homens e o evoluir da mentalidade e do pensar filosófico. É por meio do seu professor de filosofia que Sofia conhece Sócrates, Aristóteles, Descartes, Spinoza, Kant, Hegel, Marx, Freud, entre muitos outros.
Mas a história de Sofia e Alberto (o seu professor) não fica por aqui. Ao mesmo tempo que se vai desenvolvendo o seu curso de filosofia, as duas personagens vão-se apercebendo da existência de outra realidade para além daquela em que vivem.
É uma história composta de muitas outras, que nos faz pensar se não seremos também nós apenas personagens duma história que um dia alguém escreveu. É nesta perspectiva que o autor faz aparecer na mesma realidade que Sofia personagens como o Capuchinho Vermelho, Aladino ou o João Ratão, todas elas criadas um dia por alguém que lhes era superior e que lhes restringia a existência a uma simples história infantil. Depois de criadas, todas elas são obrigadas a viver num plano de existência paralelo. O mesmo aconteceu a Sofia e Alberto, que no fundo não passam de duas personagens duma aventura na filosofia.

terça-feira, 23 de março de 2010

Música !!


Boa Noite.

Hoje, quero fazer um post para um cantor que eu amo: CAZUZA!

Todos já devem ter ouvido falar dele, claro, um icone brasileiro. E a música que vou postar se chama Ideologia , e foi a música que me fez gostar dele, ou seja, a minha preferida!


Meu partido
É um coração partido
E as ilusões estão todas perdidas
Os meus sonhos foram todos vendidos
Tão barato que eu nem acredito
Eu nem acredito
Que aquele garoto que ia mudar o mundo(Mudar o mundo)
Frequenta agora as festas do "Grand Monde"
Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver
O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar a conta do analista
Pra nunca mais ter que saber quem eu sou
Pois aquele garoto que ia mudar o mundo(Mudar o mundo)
Agora assiste a tudo em cima do muro
Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver


segue-se o video, pra quem quiser ouvir a música:



vale a pena galera!


Thaline

segunda-feira, 22 de março de 2010

Platão.

Hoje falaremos sobre uma das pessoas mais importantes na história da filosofia: Platão.


Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu "pupilo" Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental. Acredita-se que o seu nome verdadeiro tenha sido Arístocles; Platão era um apelido que, provavelmente, fazia referência à sua característica física, tal como o porte atlético ou os ombros largos, ou ainda sua ampla capacidade intelectual de tratar diferentes temas, entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.

Embora não exista qualquer dúvida de que Platão lecionou na Academia fundada por ele, a função pedagógica de seus diálogos - se é que alguma existia - não é conhecida com certeza. Os diálogos, desde a época do próprio Platão, eram usados como ferramenta de ensino nos tópicos mais variados, como filosofia, lógica, retórica, matemática, entre outros.

Em linhas gerais, Platão desenvolveu a noção de que o homem está em contato permanente com dois tipos de realidade: a inteligível e a sensível. A primeira é a realidade imutável, igual a si mesma. A segunda são todas as coisas que nos afetam os sentidos, são realidades dependentes, mutáveis e são imagens das realidades inteligíveis.

Tal concepção de Platão também é conhecida por "Teoria das Idéias" ou "Teoria das Formas".

Para Platão, o mundo concreto percebido pelos sentidos é uma pálida reprodução do mundo das Idéias. Cada objeto concreto que existe participa, junto com todos os outros objetos da sua categoria de uma Idéia perfeita. Uma determinada caneta, por exemplo, terá determinados atributos (cor, formato, tamanho, etc). Outra caneta terá outros atributos, sendo ela também uma caneta, tanto quanto a outra. Aquilo que faz com que as duas sejam canetas é, para Platão, a Idéia da Caneta, perfeita, que esgota todas as possibilidades de ser caneta. A ontologia de Platão diz, então, que algo é na medida em que participa da Idéia desse objeto. No caso da caneta é irrelevante, mas o foco de Platão são coisas como o ser humano, o bem ou a justiça, por exemplo.

domingo, 21 de março de 2010

Dica de filme!


Olá,


Se você vai muito ao cinema ou se interessa por filmes, provavelmente já viu ou ouviu falar de um filme chamado "Um Olhar do Paraíso", pois é um filme que está 'na boca do povo'. É realmente interessante para as pessoas que buscam saber mais sobre assuntos transcendentais, pois o filme mostra um pouco da vida após a morte.

O filme fala sobre uma menina que é assassinada por seu vizinho. Do céu ela narra a história e mostra como a vida dos que viviam ao seu redor mudaram após sua morte, bem como a busca por seu corpo ainda desaparecido.

Para quem se interessa pelos estudos de vida após a morte, é uma ótima escolha, pois o filme lida bem com esse assunto. Para os filósofos (como nós), é uma ótima maneira de levar os nossos pensamentos além do que foi dito e estudado.

Então, não deixem de assistir esse filme! Corra logo pro cinema!

sábado, 20 de março de 2010

Dica de filme e livro!


Boa Noite.

Creio que a maioria já ouviu falar sobre a série "Percy Jackson e os Olimpianos" , principalmente agora que os livros tiveram adaptação para o cinema. Para quem não conheçe , ai vai uma dica: LEIA OU ASSISTA!


Os livros são contagiantes, nos levam para outro mundo e há semelhanças da série "Harry Potter" . Não que seja um plágio, nada disso! São histórias distintas, mas quem em um ponto e outro se assemelha. Exemplos? Os amigos do personagem principal, a luta contra o mal e claro, um garoto problemático!


Quem nunca leu, ai vai o enredo da história :


Enredo
A série começa com um garoto de 12 anos (15 anos na adaptação para o cinema),(Perseu "Percy" Jackson), que descobre ser filho de (Poseidon), o deus do mar. Com o tempo, aprende que os deuses do Olimpo ainda existem, assim como outras figuras mitológicas gregas, como os Titãs e os monstros mitológicos. Mais tarde apodera-se da espada Anaklusmos (Contracorrente, em português), um presente de seu pai, porém é entregue por um centauro: seu professor de latim e mentor, Quíron. Tudo corre bem até Percy ser acusado de roubar o símbolo de poder de Zeus. Então tenta se provar inocente com a ajuda de seu amigo Grover Underwood (um sátiro) e de Annabeth Chase (filha de Atena) para confrontar Hades, um dos acusados de ter roubado o raio-mestre.


A série é composta por 5 livros:


1 - O Ladrão de Raios .

2- Mar de Monstros

3- A Maldição do Titã

4- A Batalha do Labirinto

5- O Ultimo Olimpiano

e um "bonus" : O Arquivo Semi-Deus.


E segue também o trailer do filme:




Vale a pena assistir galera! Espero que gostem.

Beijos.